domingo, 31 de julho de 2011

Miss e Mister Auruteua 2011

O Concurso Miss e Mister Ajuruteua foi realizado hoje e muito disputado. Belas jovens e belos rapazes. Minha querida ex-aluna Mayara Cruz e o jovem Mateus Rinaldo foram eleitos Miss e Mister Ajuruteua 2011, respectivamente. O evento foi promovido pela equipe da Secretaria Municipal de Cultura, Desportos e Turismo (unificada). Um abraço ao casal Mayara e Mateus pela conquista e aos/às candidatos/as. Fotos do site Bragafest.

Fim de julho: Bragança e Ajuruteua lotadas!

O final de julho em Bragança foi bastante movimentado devido ao acesso de munícipes, turistas e visitantes que lotaram a cidade, muito por conta da praia de Ajuruteua. Distante 36 quilômetros da sede do município, Ajuruteua foi tomada pelos chamados veranistas e suas famílias, em excursões fretadas ou simplesmente de ônibus ou carro particular. Muitas atrações na cidade, música na praça, concertos de orquestras, propaganda na imprensa (e não foi pouca!), algumas iniciativas e a segurança a postos.

A praia ficou lotada! Estive em Ajuruteua nesse domingo, com Mamãe e Prof.ª Edilza Fontes. A estrutura turística da praia ainda não oferece condições para que o turismo e o potencial de Bragança e consequentemente de Ajuruteua sejam explorados sem tanta agressão ao Meio Ambiente. Muito lixo, desorganização no trânsito e acesso à praia (entrada na praia, mesmo!), pouco ou quase nenhum local de estacionamento, e muita, muita gente.

O lado bom desse turismo sazonal é que Ajuruteua vem mantendo-se na escolha de boa parte dos paraenses e de turistas (muitos estrangeiros, diga-se!), como uma opção a cada mês de julho, seja com excursões, seja passeios familiares, locados, etc. O lado negativo (como em todos os casos!) é que não se oferece pelo lado empresarial um maior e melhor investimento nas condições física e sanitária adequadas à permanência por muito tempo na praia, já que a água não é boa, o lixo ainda fica a céu aberto e as ocupações desordenadas predominam no local. Até quando não sei! Acho que sofreremos ainda uns 10 anos (no mínimo) até encontrarmos quem faça, de verdade, um saneamento em Ajuruteua, para que ela se torne um local bem melhor para os muitos meses de julho de nossas vidas. Mas pela natureza, valeu o passeio! O local é, certamente, abençoado! Só não se pode contar apenas com isso, pois Deus já fez a sua parte.

Veja as fotos.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Encerradas as Santas Missões na Catedral de Bragança

O domingo 24 de julho foi marcado pelo encerramento das Santas Missões Populares 2011 na Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, que teve como tema "Rumo aos 400 anos de Evangelização em Bragança 1613-2013". Depois de uma procissão até a Igreja, foi inaugurada a Cruz que marcou o evento pelo Pe. Gerenaldo Messias acompanhado de diversos missionários que trabalharam durante a semana. Na cruz foi encrustada uma relíquia oferecida do acervo pessoal de Dom Miguel Giambelli (bispo diocesano de Bragança entre 1980-1996, falecido em 2010), presente do Papa Paulo VI pelos 25 anos de sua ordenação sacerdotal. Em seguida, a comunidade se dirigiu para o Complexo Dom Eliseu Maria Coroli, onde foi celebrada a Santa Missa de encerramento das Missões 2011, presidida por Dom Luís Ferrando, bispo diocesano de Bragança do Pará, acompanhada por milhares de fieis e pelos padres Gerenaldo Messias e João Nelson Magalhães. A liturgia foi preparada também pelo Coral Nossa Senhora do Rosário, coordenado pela Ir. Oneide Rotterdam.
Dom Luís fez referência em sua homilia ao exemplo de fé e confiança de três personagens: o primeiro, o francês Jacques Fesch, guilhotinado por matar um policial em 1954 e condenado à morte em 1º de outubro de 1957, após passar por um processo de conversão surpreendente deixando diversos escritos considerados inspiradores, um dos casos extraordinários na História da Igreja Católica, tendo sido aberto processo de beatificação em 1987; o segundo, São Agostinho de Hipona, que após uma vida desregrada experimentou a conversão em Milão com a leitura da epístola de São Paulo e a produção de uma obra mito difundida entre os cristãos, o livro Confissões; e o terceiro Santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus (Jesuítas), que após ser ferido em uma batalha na Pamplona, teve acesso à leitura de Vitta Christi de Rodolfo da Saxônia e Legenda Áurea, livro sobre a vida dos santos, de Jacopo de Varazze, o que o impulsionou à fundação da ordem que colaborou no processo de evangelização no Novo Mundo. O bispo ainda ressaltou a continuidade dos trabalhos dos missionários como um impulso à fé e à observância da Palavra de Deus. Na celebração, destaque para a coreografia de Entrada da Palavra, organizada por integrantes por jovens que apresentaram os nomes dos continentes e para o Ofertório, com a lembrança dos povos e etnias que formaram o povo bragantino representado por crianças que usaram trajes típicos. Outro momento foi a homenagem ao artista Valdeci Santos "Japão", autor do momumento (cruz) das Santas Missões. Após a celebração, houve um momento de testemunho dos missionários na Catedral de Nossa Senhora do Rosário com diversos depoimentos acerca dos trabalhos realizados durante a semana e evangelização domicilar em todos os bairros pertencentes à paróquia e entrega de certificados a todos os missionários. Ao final, a Paróquia serviu um almoço para todos os missionários e convidados no Auditório paroquial.
Algumas fotos do encerramento das Santas Missões Populares 2011.

sábado, 23 de julho de 2011

Morre Amy Winehouse, aos 27anos (site G1 SP)

Polícia confirmou que encontrou corpo da cantora em sua casa. Ela morreu aos 27 anos. Álbum ‘Back to black’ ganhou 5 prêmios Grammy.

Do G1, em São Paulo

A cantora Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa, em Londres, neste sábado (23), segundo a Polícia Metropolitana de Londres. Ela tinha 27 anos e um histórico de envolvimento com álcool e uso de drogas. Um porta-voz da polícia confirmou que o corpo estava na residência da cantora no bairro de Camden e que o motivo da morte ainda não foi esclarecido.

"A polícia foi chamada pelo serviço de emergência de Londres para o endereço na Camden Square pouco depois das 16h05 de hoje [horário local], sábado, 23 de julho, seguindo relatos de que uma mulher foi achada desacordada", diz a nota divulgada pela Polícia Metropolitana de Londres.

Segundo o texto, a cantora foi declarada morta ainda no local. "As investigações sobre as circunstâncias da morte continuam. Neste estágio inicial, ela está sendo tratada como não esclarecida."

Em novo pronunciamento da Polícia Metropolitana, por volta das 17h (Brasília) deste sábado, um porta-voz reforçou que ainda não foi feito nenhum exame no corpo de Amy e que é cedo para especular sobre a relação entre a morte e uso de drogas.

Antes, o site especializado em celebridades TMZ divulgou que uma necrópsia no corpo da cantora será realizada neste domingo. A publicação diz ainda que o pai da cantora, que estava em Nova York, está retornando a Londres.

Alvo constante dos tabloides ingleses por sua rotina de abuso de drogas, brigas e escândalos conjugais com o ex-marido, Blake Fielder-Civil, também viciado em drogas, Amy foi presa por duas vezes em 2008.

Um dos seus principais hits, "Rehab", falava sobre suas constantes idas às clínicas de reabilitação. A faixa está no álbum "Back to black", de 2006, último lançado pela cantora. Rumores sobre um próximo álbum circulavam há tempos, mas uma das poucas gravações oficiais de Amy a ver a luz no período foi um cover de "It's my party", incluída em um disco do produtor Quincy Jones, lançado no ano passado.

De acordo com o semanário musical "NME", o terceiro álbum da cantora teria sido concluído, mas enfrentava problemas de finalização por conta da rotina tumultuada de Amy.

Volta aos palcos tumultuada

Amy Winehouse chegou a se apresentar em turnê pelo Brasil em janeiro deste ano, com shows em Florianópolis, Rio de Janeiro, Recife e São Paulo. A passagem dela pelo Brasil, no começo deste ano, prometia marcar a volta por cima da popstar britânica.

O que se viu em suas apresentações, no entanto, foram shows curtos, marcados por uma presença de palco tímida e pontuados por alguns momentos constrangedores, quando a cantora esquecia as letras de suas próprias músicas e deixava o palco por alguns instantes sem dar satisfações.

No mês passado, a cantora britânica abandonou uma turnê pela Europa após ter sido vaiada durante show na Sérvia por estar aparentemente bêbada durante a performance.

Durante 90 minutos, Amy balbuciou partes de suas canções e deixou o palco várias vezes, enquanto a banda continuava o show.

Repercussão mundial

Em nota divulgada nesta tarde, a Universal, gravadora da cantora, afirmou estar profundamente triste com a perda repentina de uma "musicista talentosa, cantora e intéprete". "Nossas orações vão para a família de Amy, amigos e fãs neste momento difícil", finalizou o texto.

Entre os primeiros a se manifestar no microblog Twitter foi o backing vocal da cantora, Zalon (no Twitter, @Zalon).

"Uma parte de mim morreu hoje. Nos conectamos por caminhos que vou valorizar para sempre. Você sabe o quanto eu te amo. RIP AmyWinehouse", desabafou o artista.

Também no Twitter, a revelação da música soul Janelle Monáe, que abriu os shows de Amy Winehouse no Brasil em janeiro, diz que seu "coração está pesado".

"Meu coração está com os dois familiares de Amy Winehouse, entes queridos. Orando por sua força durante este tempo", diz Janelle.

O cantor Mayer Hawthorne, que também abriu shows de Amy no Brasil, postou que está profundamente triste. "Rest in peace Amy. Thank you for everything ['Descanse em paz, Amy. Obrigado por tudo', em inglês]", diz.

Biografia Amy Winehouse nasceu em Londres, em uma família judia. Começou a ouvir jazz quando criança e formou a primeira banda aos dez. Filha de uma farmacêutica e de um motorista de táxi, com o qual tinha uma relação conturbada, ela cresceu na área de Southgate, no norte de Londres. Seus tios maternos eram músicos de jazz profissional.

Aos 16 anos, Amy passou a cantar profissionalmente. O primeiro disco, "Frank", foi lançado quando ela completou 20 anos e produzido por Salaam Remi. O segundo trabalho, "Black to black", saiu em 2006. O disco foi produzido por Mark Ronson e tinha como banda de apoio os Dap Kings, que também se apresentaram recentemente no Brasil.

Foi "Back to black" que consagrou a cantora. O trabalho lhe rendeu cinco prêmios Grammy, o Oscar da música internacional.

A morte precoce de Amy Winehouse aos 27 anos se junta a uma trágica lista de roqueiros que também morreram nesta idade, por consequência direta ou indireta do uso de drogas, entre eles, Janis Joplin, Kurt Cobain, Jim Morrison, Brian Jones e Jimi Hendrix.

Fonte: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2011/07/cantora-amy-winehouse-e-encontrada-morta-em-londres.html

Programação integrada de Meio Ambiente em Bragança

PROGRAMAÇÃO DAS SECRETARIAS DE MEIO AMBIENTE DO ESTADO E MUNICÍPIO DE BRAGANÇA

Mutirão da Saúde e Meio Ambiente

-Educação ambiental “Evite o lixo e combata a Dengue”

-Troca Ecológica

Ação: Grupo Arte Educadores (teatro, atividade lúdicas)

Coleta de Material reciclável

Data: 22/07/2011.

Local: Feira livre de Bragança.

Hora: 8h

-Orientação e Distribuição de sacolas. Junto aos Feirantes.

-Oficina: com garrafas pet

Atividades lúdicas com entrega de Brindes.

-Distribuição de cartilhas Educativas

Blitz Ecológica “Praia Limpa”

Educação Ambiental

Distribuição de cartilhas e sacolas para lixo.

Ação: Grupo Arte Educadores (teatro, atividades lúdicas)

Data: 23/07/2011.

Hora: 8h30

Local: Entrada da Praia de Ajuruteua

Ação: Grupo Arte educadores e Grupo de Jovens Missão Jesus no Litoral.

-Blitz Ecológica “Praia Limpa”

Educação Ambiental

-Gincana Ecológica com Materiais Recicláveis.

- Coleta seletiva, COOMARCA (latinhas e garrafas pet) com os proprietários das Barracas e pousadas de Ajuruteua.

Entrega de Prêmios e brindes

-Data: 24/07/2011

Hora: 8h30 Praia de Ajuruteua

-Data: 24/07/2011.

Hora :16h :00

Local: Praça na beira mar

Praia de Ajuruteua

Ação: Grupo Arte educadores e Missão Jesus no Litoral

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Santas Missões Populares em Bragança, de 16 a 24 de julho

No sábado passado (16.07), às 18h30, foram abertas as Santas Missões Populares na Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, Sé da Diocese de Bragança do Pará, com uma solene Celebração Eucarística presidida pelo Vigário Pe. Gerenaldo Messias, contando um número expressivo de fiéis que foram até as imediações da Praça da Bandeira, ao lado da Catedral.

As Santas Missões contam com a participação de 174 missionários para evangelização domiciliar e comunitária, e que, durante a primeira parte da missa, foram enviados em missão após receberem, como sinal, uma cruz, símbolo de fé do Cristianismo. O lema das Santas Missões em preparação ao quarto centenário da evangelização de Bragança é “Ide e anunciai a todos os povos a Boa Nova de Jesus Cristo”.

Os pólos de missão são as seguintes comunidades:

- Pólo 1: Comunidades São Pedro e São Geraldo (Aldeia);

- Pólo 2: Comunidade Santa Teresinha (Riozinho);

- Pólo 3: Comunidade do Centro (Catedral e Igreja de São Benedito);

- Pólo 4: Comunidade São José e Santo Antônio (Alegre);

- Pólo 5: Comunidades Santa Rita (Cereja) e Nossa Senhora da Glória (Taíra).

A programação do período de 16 a 24 de julho, para esses pólos, é a seguinte:

Sábado: 16.07.2011 – Abertura das Santas Missões Populares

Manhã: Chegada dos missionários na Catedral

18h30: Missa campal, seguida de Show Missionário

Domingo: 17.07.2011 – Celebração nos Pólos

Manhã: Café da Manhã e Visita às Famílias

Segunda-feira: 18.07.2011 – Dia da Ternura de Deus

05h: Caminhada, Celebração nos pólos e Visita às Famílias

Noite: Celebração, com o tema “Quem é Jesus Cristo pra mim?”

Terça-feira: 19.07.2011 - Dia da Solidariedade

Manhã: Romaria para o cemitério a partir dos pólos

Noite: Celebração, com o tema “A Graça Santificante”

Quarta-feira: 20.07.2011 - Dia de Adoração

Manhã: Adoração Eucarística nos pólos

Às 09h: Celebração nos pólos com os Enfermos e Idosos

Noite: Celebração Eucarística e Batismal

Quinta-feira: 21.07.2011 – Romaria dos Sacramentos na Vida da Igreja

Manhã: Celebração nos pólos

Noite: Celebração, com tema “Igreja Viva em Jesus Cristo”

Sexta-feira: 22.07.2011 – O Amor Misericordioso de Deus Pai

Caminhada da Via Dolorosa, seguida de Confissão sacramental

Noite: Vigília Penitencial

Sábado: 23.07.2011 – Dia da Família, Igreja Doméstica

Manhã: Celebração nos pólos, com o tema “Família: Igreja Domestica”

Noite: Celebração, com o tema “Família: Ligar de Comunhão”

Casais que desejam contrair o matrimônio, devem procurar os pólos das comunidades

Domingo: 24.07.2011 – Encerramento da Semana de Missão

08h: Missa no Complexo Poli Esportivo Dom Eliseu Maria Coroli

Não haverá missa rádio-transmitida na Catedral

Explicação do Cartaz das Santas Missões Populares

Rumo aos 400 anos de Evangelização em Bragança (1613-2013).

Ao fundo, se tem uma vista da cidade de Bragança, mais propriamente do centro da Cidade onde situa-se a Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, anfitriã das Santas Missões Populares Rumo aos 400 anos de Evangelização em Bragança e Sé da Diocese de Bragança.

O mapa da Cidade de Bragança vê-se ao fundo, pois a evangelização será feita nos “4 cantos da cidade”, à Luz da Palavra de Deus, por isso a Bíblia aberta. O símbolo principal das Santas Missões Populares é a Cruz, um dos mais antigos símbolos humanos usado por diversas religiões, principalmente a cristã, pois os católicos acreditam que a cruz de Cristo é o local onde foram redimidos, é o grande símbolo da Vitória.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

LEO Clube de Bragança empossou sua nova Diretoria

O LEO Clube de Bragança/PA, Distrito LEO LA-6, promoveu ontem a solenidade de iniciação de novos associados e posse de sua nova Diretoria, na Sede Casa do Leão, às 20h, com a presença de autoridades do Lions Clube de Bragança, como o CL Antônio Bastos (Presidente atual), da CaL Salete Figueiró (ex-Presidente), do CL Constâncio Figueiró (Diretor de Patrimônio), da CaL Nazaré Freitas (Comissão de LEO Clubes), do comunicador Tonny Costa (representante da Rádio Pérola FM), da Srta. Ivanete Silveira (Secretária Executiva da CDL de Bragança) e da Srta. Michele Oliveira (representante do Pró-Jovem Adolescente), do radialista Rony Madson, além dos associados do LEO Clube de Bragança e convidados.

A cerimônia foi presidida pelo CLEO Gérson Guimarães Júnior, vice-presidente em exercício, e pelo CL Dário Benedito Rodrigues, Assessor Distrital de LEO Clubes e Conselheiro LEO, que proferiu a iniciação dos novos associados e a posse dos dirigentes.

Foram iniciados no LEO Clube, como novos associados, os CCLEO Denilson Miranda, Denison Messias, Kádia Sales, Paulo Victor Rodrigues, Pedro Paulo Costa e Suelen de Oliveira, que passaram por um período de preparação e colaboração.

A diretoria com mandato até 30 de junho de 2012, empossada ontem, será presidida pelo CLEO Alberto Richielly Mendes, e é composta pelos seguintes associados: CLEO Saulo Amorim (Vice-presidente), LEO Regiane Soeiro (Secretária), CLEO Suelen de Oliveira (Tesoureira), CLEO Gérson Guimarães Júnior (1º Vogal), CLEO Paulo Lames (2º Vogal) e CLEO Denilson Miranda (3º Vogal).

Ao final, os associados se confraternizaram com um coquetel oferecido pela Diretoria. Veja algumas fotos dos momentos da solenidade.

LEO Clube em Bragança - Fundado em 30 de agosto de 1997, pelo Lions Clube de Bragança, com 19 associados, que passaram a se dedicar ao serviço voluntário, à assistência social e à defesa de direitos socioassistenciais além dos direitos da Juventude. Sempre que participa de eventos, os associados contribuem de forma responsável e dedicada. Já realizou eventos, tendo diversos colaboradores entre instituições e o Poder Público. Foi pioneiro no Município assumindo o Programa de Educação no Trânsito, o que ajudou a diminuir o índice de acidentes em épocas de veraneio e festas civis, com campanhas de conscientização, além de palestras e teatro em escolas e instituições.

A entidade faz parte do Conselho Municipal das Cidades, já compôs o Conselho Municipal de Assistência Social de 2002 a 2009, do PETI de Bragança, é considerada de Utilidade Pública Municipal desde 2006 e já recebeu diversas honrarias por seus trabalhos, com destaque para o Prêmio de LEO Internacional de 2006, a participação efetiva na construção do Plano Diretor Municipal Participativo de Bragança, de inúmeros eventos LEOísticos, assim como já coordenou de Bragança o Distrito LEO LA-6 (LEO Clubes do Pará, Amapá, Piauí e Maranhão) de 2004 a 2006, o Distrito Múltiplo LEO LA (LEO Clubes das regiões Norte e Nordeste) entre 2006 e 2007 e o Comitê de Integração LEOística Brasileira (LEO Clubes do Brasil) em 2006.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Pe. Luciano Alfredo Brambila comemora 60 anos de sacerdócio em Bragança

Pe. Luciano Alfredo Brambilla (CRSP)

O Pe. Luciano Alfredo Brambila nasceu em Arena-Po, uma cidade italiana, em 16 de julho de 1926, filho do casal de católicos praticantes Mauro e Joseppina Milani. Suas irmãs são Camila e Marilena Brambilla, já dedicadas à Igreja da Diocese do Bispado de Tortoba, onde ele foi batizado.

Ainda criança despertou o interesse pela vida religiosa e quando completou 11 anos partiu para o Seminário dos Agostinianos, em 1937. Lá, o Pe. Mário Petro o ajudou na escolha vocacional. Após dois meses, recebeu a primeira visita dos pais. Um mês depois, teve que retornar à casa da família pelo falecimento de seu pai. Assim, precisou sair do Seminário por um período, já que era seu pai quem mantinha os estudos de Luciano.

Luciano entrou na ordem dos Padres Barnabitas (Clérigos Regulares de São Paulo) em 18 de outubro de 1939. Seu amigo Pe. Mário Pietro reuniu algumas colaborações que garantiram toda a formação de Pe. Luciano, no Seminário barnabita.

Segundo informações do Pe. Giovanni Incampo, Superior Provincial dos Barnabitas no Norte, após uns cinco meses de estudos, Pe. Luciano despertou a vontade de ser missionário no Brasil, mais especificamente na então Prelazia do Guamá (hoje Diocese de Bragança), em Bragança, após ouvir dizer que essa região era muito carente de sacerdotes. “Pe. Luciano Brambilla foi ordenado no dia 24 de março de 1951, em Roma, e um anos depois veio para o Brasil, sendo recebido pelo povo bragantino em 14 de fevereiro de 1952 (ele chegou ao Pará em 11 de julho, dia da Festa de Nossa Senhora de Lourdes)”, ressalta Pe. Giovanni Incampo.

Ao longo dessa estadia em Bragança, Pe. Luciano tornou-se um precioso assessor de Dom Eliseu Maria Coroli, bispo prelado do Guamá, tanto nas construções e empreendimentos que ele coordenou como na administração paroquial da Catedral e da Prelazia (mais tarde Diocese). Foi ele quem coordenou a construção da ala mais nova no prédio do Instituto Santa Teresinha e do Ginásio de Esportes, chamado carinhosamente “Brambilão” por muito tempo, como o seu idealizador.

Em junho de 1977, ele ajudou Monsenhor Miguel Giambelli, já Administrador Apostólico da Prelazia do Guamá (depois bispo diocesano de Bragança), na divisão da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário e na criação de duas paróquias novas, que são as Paróquias do Sagrado Coração de Jesus e de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (que completaram 33 anos de fundação). Em 1978, foi destinado para Viseu/PA e no ano seguinte, os padres barnabitas o nomearam Vigário da Basílica de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém/PA.

Padre Giovanni conta ainda que Pe. Luciano Brambilla passou grande parte da vida em Bragança, totalizando 27 (vinte e sete anos). “Praticamente tudo o que a gente ver lá em Bragança tem a assinatura dele, em nome dos religiosos barnabitas”, afirma o superior barnabita.

Na capital do estado, padre Luciano chegou no ano de 1978, para substituir o padre Giovanni Incampo, que até então era o pároco de Nazaré. Ele ficou como pároco por nove anos e depois assumiu a parte administrativa, o que somou 25 anos de dedicação aos trabalhos da Basílica Santuário de Nazaré. “Padre Luciano era muito ligado espiritualmente com o saudoso Dom Eliseu Corolli e com Dom Miguel Giambelli, com certeza padre Luciano adquiriu uma riqueza espiritual e de conhecimentos em Bragança e trouxe para a Paróquia de Nazaré”, destaca Pe. Giovanni.

No Círio de Nazaré, em Belém, foi um dos organizadores de procissões e romarias que hoje compõem a programação da festa nazarena, como a Romaria Fluvial do Círio de Nazaré, ocorrida pela primeira vez em 08 de outubro daquele ano e a Romaria Rodoviária, realizada inicialmente em 07 de outubro de 1989, que ainda saía do Monumento da Cabanagem, no Entroncamento.

Publicou em 2003 (com Vera Maria de Barros Meireles e Leida de Almeida da Silva) o livro Vocação, em que relata sua trajetória sacerdotal. Seguindo em missão, o sacerdote, em julho de 2005, deixou a Basílica de Nazaré para servir em Fortaleza/CE.

Nota do Blog: Pe. Luciano Brambilla casou meus pais, Jocelino Nonato da Silva e Maria do Socorro Rodrigues em 06 de dezembro de 1975, na então Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário e me batizou em 1978, na recém-fundada Igreja do Sagrado Coração de Jesus. Hoje, celebrará com mais 20 sacerdotes a missa em comemoração de seus 60 anos de vida sacerdotal na Catedral de Nossa Senhora do Rosário, às 18 horas.

Fonte/Imagem: Diocese de Bragança / Basílica de Nossa Senhora de Nazaré / Acervo Pessoal

Entrevista exclusiva com padre Luciano Brambilla, que comemorou 60 anos de sacerdócio com duas missas na Basílica de Nazaré (do site da Basílica de Nazaré, Belém/PA)

Ser padre é um dom, é vocação, é dedicação, é ser pai, filho, pastor ou, simplesmente, ser uma pessoa do bem, que decide viver doando-se integralmente ao seu próximo. Estas características e outras mais são vistas muito claramente em um pequeno e grande homem, que encanta e evangeliza muitas pessoas por onde passa, é o padre Luciano Maria Brambilla, que comemorou 60 anos de vida sacerdotal no final de maio, com os paroquianos de Nazaré.

Padre Luciano Brambilla, que é da congregação dos Barnabitas, completou seu 60º aniversário de sacerdócio em março deste ano, em Fortaleza no Ceará, mas a pedido do superior provincial dos Barnabitas do Norte, padre Giovanni Incampo, padre Luciano veio para a capital paraense no final do mês de maio para comemorar seu aniversário juntamente com os paroquianos de Nazaré e com o Caminho Neocatecumenal, que fez 30 anos em Belém, que foi fundado por esse sacerdote.

Padre Luciano respondeu algumas perguntas, veja.

Sabemos que muitas obras realizadas na Basílica Santuário de Nazaré, como a Praça Santuário, as creches Casulo e Sorena, entre outras, foram iniciadas pelo senhor. Como surgiu a ideia de fazer esses projetos?

Pe. Luciano: “Não surgiram ideias, surgiram necessidades. As crianças apareciam e os pais, e mães solteiras não tinham como cuidar, então começamos a fazer um lugar para atender esse público. E o engraçado é que não fizemos nenhum projeto, como deve ser feito, mas tudo foi surgindo, pela providência divina”.

E como surgiu o Caminho Neocatecumenal aqui em Belém?

Pe. Luciano: Eu não trouxe a ideia, a ideia é que veio atrás de mim. Eu não sabia o que era Caminho Neocatecumenal, eu estava na Basílica de Nazaré quando tinha um padre que veio do Sul junto com seu sacristão, então eles perguntaram se podiam rezar lá, e eu disse que sim, a Igreja é o lugar pra rezar.

No outro dia, vi que eles estavam na sacristia, e perguntei onde eles dormiram, e o padre disse que tinham ficado na praça. Ai eu me espantei e chamei eles para almoçarem. No final do almoço o padre perguntou a hora e eu disse ‘Eita, e você não tem nem um relógio?’ Ai ele disse que não, porque eles vieram só com o dinheiro das passagens de ida e volta e lá no terminal rodoviário pediram esmola para eles, mas eles não tinham, porém o padre lembrou do evangelho, onde São Pedro diz que não tem ouro nem prata, e deu saúde. Foi então que o padre deu o seu relógio e falou para comprarem o que precisassem. Isso me impressionou tanto. Foi um soco na cara. Ai eu perguntei o que era isso. E eles responderam que era o Caminho Neocatecumenal. E eu disse: ‘Quero isso aqui também!’ Foi uma coisa que nunca tinha visto. Depois vieram algumas pessoas falar melhor do Caminho Neocatecumenal, e ai começamos em Belém, e deu tanto certo que está até hoje, há 30 anos”.

Padre Luciano, e como foi a sua transferência de Belém para Fortaleza? Demorou se acostumar com a ideia, afinal foram mais de 20 anos aqui?

Pe. Luciano: Eu tô acostumado a não ir atrás das minhas vontades. Na terça-feira à tarde o padre provincial disse que eu ia para Fortaleza, e ai eu arrumei minhas malas, e na sexta fui embora, sem me despedir. Nem chorei. Me parece que foi a mesma coisa com os apóstolos. Mateus estava cobrando os impostos e Jesus disse: ‘Vem e segue-me’, e ele deixou tudo e seguiu. Isto é obediência.

Comemorar 60 anos de vida é muita felicidade para muitas pessoas, e como é para o senhor comemorar 60 anos de vida sacerdotal?

Pe. Luciano: Cheguei aos 60 anos como padre porque Deus quis. Meu único arrependimento, talvez, é por não ter feito tudo o que Deus quisesse, porque ninguém é perfeito. Mas fico bem se Papai do Céu me puxar a orelha e depois me der um abraço, quando eu chegar no céu (risos)”.

Fonte: http://www.basilicadenazare.com.br/portal/barnabitas/25-the-project/275-60-anos-de-sacerdocio.html

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Por um amor à Bragança

Por um amor à Bragança

Prof. M.Sc. Dário Benedito Rodrigues, historiador[i]

Muitas vezes, ao olhar desatento, Bragança pode ser apenas uma cidade à margem de um rio, colonizada por portugueses, com a labuta do trabalho indígena e de negros escravizados. Ao desatento olhar, ainda, é uma cidade como muitas, com as mesmas origens e até mesmo com homônimas que garantiram a Bragança mais antiga do Brasil.

No entanto, a um melhor interlocutor, Bragança salta aos olhos, com exemplos de sua cultura, patrimônio histórico, natural e humano, potencial turístico e esperança de desenvolvimento econômico, além das coisas bem bragantinas, da bragantinidade, como afirmou Jorge Ramos.

Nesse aspecto, ressaltam-se os variados exemplos de Bragança, com sua gente, sua hospitalidade e sua maneira tão peculiar de ser, onde vive um povo ordeiro, com gosto de ser desta terra. Tudo em uma época que pode ajudar a construir um futuro melhor: a proximidade de completar quatrocentos anos da conquista de seu espaço, por franceses, naquele julho de 1613.

Articulam-se situações, locais, épocas e seus sujeitos sociais. Não se compartilham apenas os sonhos, os medos, mas as lutas e as paixões de homens e mulheres que ostentam com orgulho a sua vinculação com a terra, numa história a construir e que sempre se remonta ao que “já teve”, pensando no “terá”.

A cultura caeteuara (termo genuinamente bragantino) vem de uma cidade de “frente pro rio” e que foi “cortada pelos trilhos de um trem”, sem meros acasos. Disso tudo vem a genialidade bragantina, seja na produção cultural (cantos, danças e rezas), seja na divulgação das coisas do Caeté (jornais, almanaques, revistas e órgãos de imprensa). Nessas curtas linhas, se torna imprescindível falar de cultura, falar de homens e mulheres que fizeram aquilo que de mais importante temos: nossas ricas e boas tradições, nosso adjetivo pátrio, nossa juventude de coração e nossa maturidade.

Como não lembrar da nada monótona sociedade bragantina, com suas intrigas e cortesãs, com seus fatos e endereços, com seus traços caboclos, com sua boa culinária e com o jeito especial de ser?

Esses pequenos traços nos remetem ao banho no igarapé, ao peixe assado no “avoado”, a crocante farinha de mandioca do paneiro, às delícias preparadas nas panelas de barro e à garapa de cada dezembro. A matriz africana nos garantiu não somente a sensualidade feminina, mas o ritmo e o eco dos passos tão sagrados das danças de Bragança (como retumbão, chorado, etc.). O povo escravo negro elegeu também nosso mais célebre cidadão, de origem italiana por certo, mas uma marca entre os mais humildes e dos que “atendem a seu chamado” no fim de ano colorido em vermelho e azul da Marujada: São Benedito. E dos brancos, herdamos a musicalidade que em tantas oportunidades cantamos, dançando ao som das cordas da rabeca e entoando por vezes o “desta terra de verde e de sol, de fragrância e de cores a mil”.

A História reflete sobre o tempo, o descreve e o aproxima do presente, relendo-o e relacionando-o com o hoje. Essa cultura deve estar pautada nas mais ricas tradições de nosso povo, passando pela orla do Caeté, pelo banho de mar em Ajuruteua, pela travessia do alagado dos Campos, ou em cada igarapé, pelas comidas temáticas e típicas, pelo receber bem do bragantino, pelo batuque da dança dos negros, pela religiosidade e por todo o pioneirismo conquistado a partir de símbolos como o Coreto Senador Antônio Lemos, o Mercado de Carne, a Estrada de Ferro, o Instituto Santa Teresinha, a “Furiosa” Cantídio Gouveia, o Campus Universitário de Bragança, o Hospital Santo Antônio, obras que testemunham uma cidade e se tornaram alguns de seus marcos balizadores.

Não só isso! E como esquecer o espetáculo natalino das pastorinhas em presépios familiares, das lindas quadrilhas juninas, do cantar dos cordões de pássaros, das cores e vivas da Marujada?

E na natureza, mais riqueza! Que vem das Colônias, antigas e atuais, com gente dos “olho verde”, quem sabe azuis... que vem da farinha do interior, no paneiro ou na latinha, do turu que sai do manguezal e do riquíssimo pescado que desbravou fronteiras.

Isso tudo ganha notoriedade maior quando vem do povo e quando é apropriado por todos. Da singularidade de dançar o xote à unicidade da Marujada, tão única que São Benedito, santo cidadão de Bragança, “veio morar entre nós” e “resolveu ficar”. Nossas palmeiras não só apontam a direção do céu, mas enobrecem a orla da cidade, tranquilizando os passos de transeuntes no vem-e-vai por ruas estreitas do Centro histórico e perto de azulejaria portuguesa, pra ir “lá embaixo”, na feira, trazer à mesa o pão de cada dia.

Uma cidade que respeita o seu passado e entroniza a sua cultura, aprendida nas aulas de singulares professoras e professores, como Maricotinha, como “Dadá” Lima, como Maia, como Guimarães, como Antônia Ferro, como Dom Eliseu Coroli, como Anita Oliveira e nos poemas de Jorge Ramos, de Eimar Tavares, de De Castro e Souza, de Bolívar Bordallo, de Álvaro Araújo, de Aviz de Castro. Cultura que também torna realeza a religiosidade de Mâncio Ribeiro, monsenhor, de Meninho Rey, pastor, dos Brambillas, sacerdotes. Cultura que se espelha e desfila na beleza de Gracinda Peres, de Maria Tereza Vasconcelos, de Vânia e Camila Macêdo, de Maria Alice Rodrigues, de Simone Morgado, em áureos tempos, que também falam do Carnaval de Chateaubriand e Scerni, ou na Patokada, ou no Vai-quem-quer-e-como-pode, do tio Rei, ou no carimbó de Verequete, mestre tão bragantino. Cultura que também reage na política de Ferreira Barreto, de Nazeazeno Ferreira, do pai e do filho Simpliciano, de Augusto Corrêa, de Lobão da Silveira, de João Mota e de tantos outros. Cultura que é ciência, como em Armando Bordallo ou em Horácio Schneider. Ou na candura e gentileza de Emília Castanho, de Fatita Ramos, de Socorro Lima, de Maria José Brito. E nas pernas talentosas no esporte de Canhoto ou de Tuíca... e nos textos de Lindanor Celina, de Ciríaco Oliveira, de Lucinha Medeiros... além da típica sesta ao findar do almoço, e da saudade dos tempos em que eram Nove os Balões e quando era o Time Negra, da ACREB ou do Grêmio Bragantino, saudades do tempo dos Joaquim(s) e dos João(s), das Benedita(s) e das Maria(s).

O mais belo disso é poder dizer “eu sou de Bragança” e cuidar de todo o patrimônio cultural que nos deixa marcado no coração o sentimento de pertença. Tem que se cuidar dos prédios da Escola Mâncio Ribeiro ou da Casa da Cultura, mas também dos prédios do nosso coração. O mais envolvente dessa relação de amor tem que ser o carinho por Bragança, da autoestima melhorada e em especial ao cuidado por sua gente (criança, jovem, adulto e idoso), por todo o sofrimento dos que construíram esse rincão, martelaram os dedos em dormentes e prensas, apanharam em troncos e atravessaram oceanos para que Bragança fosse o que ela é hoje. Disso precisamos elevar o orgulho e olhar à frente, num cuidado que requer a ética, a solidariedade e o respeito aos valores e às boas tradições bragantinas.

Por tantos exemplos, das páginas dos arquivos ou da memória, é preciso lutar para que este quarto centenário que se aproxima nos traga como em alvorada as luzes de um brilho maior à Pérola do Caeté. Nós, bragantinos e bragantinas, sempre demos mais vida, brilho e honra ao nosso chão, que dirá agora, com mais amor e mais trabalho.

E como já disse antes... assim será o amanhã, pois “já que Bragança brilha aos seus olhos, não fuja de sua luz”.



[i] Dário Benedito Rodrigues é bragantino, historiador e professor de História. Mestre em História Social da Amazônia e docente da Faculdade de História, da Universidade Federal do Pará, Campus de Bragança