sábado, 12 de setembro de 2015

Homenagem aos formandos de Tecnologia em Gestão Ambiental, IFPA Bragança

Ontem, 11 de setembro de 2015, tive o enorme privilégio de servir como Patrono da Turma de Tecnologia em Gestão Ambiental, em nível superior, do Instituto Federal do Pará (IFPA) Campus Bragança, quando na oportunidade receberam a outorga de grau superior os formandos de 2012, sendo:

-      Bruno Tavares Ribeiro
-      Carla Beatriz Brito Corrêa
-      Diego Cabral Gonçalves
-      Ednaldo Gomes e Silva
-      Gabriel Fernando Sousa Magalhães
-      Kássia Kérroli da Paixão da Rosa
-      Lucileide Silva Carvalho
-      Márcio Fernando Duarte Pinheiro
-      Marinalda Pinheiro da Silva
-      Pedro Paulo dos Reis Costa
-      Renata Ferreira da Rosa
-      Suelen Samara Silva Soeiro

Agradeço imensamente a escolha de meu nome e parabenizo a todos indistintamente, assim como o Prof. Danilo Silveira da Cunha, Diretor do IFPA Campus Bragança, o Prof. Abel Pojo Oliveira, Coordenador do Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental, a Prof.ª Alexsandra Pinheiro Vasconcelos, Diretora de Ensino do IFPA Campus Bragança e os demais professores e técnicos da instituição. Abaixo algumas imagens desse momento tão importante na vida desses novos tecnólogos.

Obrigado.

Prof. Dário Benedito Rodrigues












quinta-feira, 3 de setembro de 2015

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Semana Acadêmica de História 2015 - Programação


DIA 31.08.2015 (SEGUNDA-FEIRA)
LOCAL
HORÁRIO
ATIVIDADE
RESPONSÁVEL (S)
Auditório Maria Lúcia Medeiros
18h
Apresentação do Curso de História
Prof. Dário Benedito Rodrigues (UFPA Bragança)
18h30
Apresentação do Campus de Bragança
Prof. Sebastião Rodrigues (UFPA Bragança)
19h
Palestra: O historiador e a História do Tempo Presente
Prof. Thiago Broni (UFPA Belém)
20h-21h
Atividade: Programação de Acolhida
História 2014

DIA 01.09.2015 (TERÇA-FEIRA)
LOCAL
HORÁRIO
ATIVIDADE
RESPONSÁVEL (S)
Sala 3,
Bloco I, 1º piso
15h-17h
Oficina: Produção de Trabalhos Acadêmicos
Prof. Bernard Arthur Silva
Sala de Videoconferência
Bloco I, 2º piso
18h30
Palestra: Natureza não-humana: agente e presença na história
Prof. Marcus Vinícius Oliveira (SEDUC, PA)
19h30
Atividade: Cápsula do Tempo – História 2015
História 2014

DIA 02.09.2015 (QUARTA-FEIRA)
LOCAL
HORÁRIO
ATIVIDADE
RESPONSÁVEL (S)
Auditório Maria Lúcia Medeiros
14h-17h
Apresentação de TCC’s do Curso de História
História 2014
18h30
Palestra: Pesquisar ou ensinar? Uma apologia ao ofício do historiador
Prof. Helder Lima (UFPA Bragança)
19h30
Palestra e lançamento do livro “Romualdo, José e Antônio: bispos na Amazônia do Oitocentos”
Prof. Fernando Arthur Neves (UFPA Belém)

DIA 03.09.2015 (QUINTA-FEIRA)
LOCAL
HORÁRIO
ATIVIDADE
RESPONSÁVEL (S)
Sala 3,
Bloco I, 1º piso
15h-17h
Apresentação e discussão do filme “Narradores de Javé”
Disc. Felipe Lopes Soares (História 2013)
Sala 8
Bloco II, 2º piso
18h30
Palestra: Regulamento de Ensino de Graduação
Nádia Rocha (Téc. Educação, UFPA Bragança)
19h30
Palestra: Poder, discurso e instituição na canonização de São Domingos de Gusmão (1234)
Prof. Thiago Porto (UFPA Bragança)
20h15
Palestra: As representações das mulheres na Crônica da Ordem dos Frades Menores
Prof.ª Érika Cristiane Melo (SEDUC, FCAT)

DIA 04.09.2015 (SEXTA-FEIRA)
LOCAL
HORÁRIO
ATIVIDADE
RESPONSÁVEL (S)
Sala 8
Bloco II, 2º piso

14h-17h
Defesas de TCC’s do Curso de História
Secretaria da Faculdade de História
18h30
Palestra: Comissão da Verdade da Escravidão Negra OAB Pará
Adv. Paulo Victor Squires (OAB/PA)
19h30
Palestra: Rumos da pesquisa em História do Brasil no século XIX
Prof.ª Eliane Soares (UFPA Bragança)
20h15
Sorteio de Livros aos Calouros e Encerramento
Direção da Faculdade de História e Docentes
20h30
Programação Cultural
História 2014

Organização:
Faculdade de História / Turma de História de 2014
Centro Acadêmico de História

Contatos:
Faculdade de História / UFPA Bragança.
Alameda Leandro Ribeiro, s/n. Aldeia. Bragança/PA. CEP: 68600-000

Tel.: (91) 3425.2209 (Ramal 212) / E-mail: fahist@ufpa.br

domingo, 16 de agosto de 2015

Bragança perde Cirene Maria da Silva Guedes (*24.11.1941, +16.08.2015), sua poetisa contemporânea

Foto: Cirene Guedes (2012). Fonte: Acervo pessoal 

A cultura de Bragança está de luto!

Bragança perdeu neste domingo 16 uma de suas maiores intérpretes, a poetisa Cirene Guedes, conhecida e reverenciada por tantos como a poetisa da contemporaneidade bragantina. Uma das escritoras e compositoras de grande produção ainda nesses tempos, Cirene traduzia a sua paixão por Bragança em poesia e em música, sendo autora de hinos, cânticos e muitos poemas que deixarão incólume seu legado.
Sua última publicação foi o livro de poesias Bragança (A Pérola do rio Caeté) "Poemas Molhados", com o apoio da Academia Bragantina de Letras e Artes de Bragança, onde ocupava a cadeira de n.º 6, cujo patrono é Dom Eliseu Maria Coroli. O livro já foi lançado sem a sua presença na última sexta-feira, no Restaurante Benquerença, por motivo de saúde.


Foto: Cirene Guedes e sua obra Poemas Molhados. Fonte: Francisco Weyl (Facebook)

Cirene Guedes era de Ourém (PA), nascida na localidade de Tentugal, em 24 de novembro de 1941, filha de Severino Guedes de Araújo e Laura Alves da Silva. Perdeu a mãe com 1 ano e 3 meses de vida, passando a ser criada pelos tios Odorico Alves da Silva e Maria Augusta Alemida e Silva. Veio morar em Bragança aos 4 anos de idade, onde trabalhou e fez a sua vida, atuando como professora e comunicadora. Exerceu por mais tempo a função de bancária do Banco do Estado do Pará (BANPARÁ), sempre dedicada às coisas da terra querida, sua amada Bragança. Faleceu aos 74 anos por diversas complicações, em Belém (PA), na Clínica da UNIMED (Trav. Domingos Marreiros), às 17h.
Reconhecidamente carinhosa e possuidora de talento especiais, que a tornaram ímpar, Cirene também era como mãe de muitos artistas, além daqueles que tomou por filhos e netos. Sua única filha Laurilene Guedes, faleceu muito jovem, considerada a maior perda de sua vida. Era considerada mãe de Ricardo Augusto (pai de Ricardo e Ana Laura) e Edilelza Gercina (mãe de Jesiel Júnior e Amanda Quadros).

Descanse em paz, grande amiga e poetisa. Nosso pesar e nossas condolências à família enlutada. Sentiremos muitas saudades. Ouviremos suas canções e leremos seus poemas com olhos lacrimosos. Até breve!

Prof. Dário Benedito Rodrigues, historiador

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Patrimônio Histórico bragantino abandonado... parte 1

O que deveria ser um orgulho e identidade do povo bragantino e daqueles que adotaram a cidade como seu lugar se transforma numa grande mágoa e mancha na história recente de Bragança. Nada se fala acerca da possibilidade de restauro ou qualquer projeto de recuperação deste estado de abandono.
Os prédios públicos do Palacete Augusto Corrêa e da Casa da Cultura encontram-se literalmente abandonados, em claro processo de depredação, senão pela falta de lembrança dos que precisam lutar para a sua conservação, mas pela ação do tempo, que não tarda em destruir o que outrora era elegância e garbo.
Apelo a todos aqueles que puderem que nos ajudem a recuperar esses belos exemplares da arquitetura do início do século XX para a posteridade e para a memória do povo bragantino. A imprensa em geral não divulga isso. Alguns representantes dos poderes constituídos sequer pautam essa discussão.
Não existe mobilização de nenhum ente neste sentido. Só conversas, discursos e muito “blá-blá-blá”, como os que vão aparecer depois dessa postagem. Então, o meio acadêmico faz seu papel estudando o patrimônio histórico e dando a conhecer parte de seu passado e da sua importância no tempo.
Precisamos de ajuda dos interessados no Patrimônio Histórico e Cultural bragantino, para discuti-lo, conhecê-lo, conservá-lo e a partir dele deixar um legado bom para o futuro.

Prof. Dário Benedito Rodrigues, historiador

Abaixo, um resumo simples com a descrição do prédio. As fotos são de julho de 2015. Notem os detalhes.

Palacete Augusto Corrêa
O Palacete Augusto Corrêa é um prédio em alvenaria, localizada à frente da Praça Antônio Pereira. Seus alicerces, em pedra, foram feitos em estilo português e neoclássico, obedecendo a um padrão da assim chamada Belle-Époque amazônica. Foi inaugurado entre os anos de 1902 ou 1903 e funcionou como sede do Poder Executivo municipal.



Fotos: Dário Benedito Rodrigues, Acervo pessoal (2015)

Casa da Cultura
A Casa da Cultura foi adquirida pela família de José Paulino dos Santos Mártyres em 03 de novembro de 1900, comprada do casal Simpliciano Fernandes de Medeiros e Mariana Mártyres de Medeiros. Funcionou muitos anos como sede da Fundação Cultural de Bragança, da Associação Cultural e Recreativa de Estudantes de Bragança – ACREB, do Auditório e Salão Padre Vitaliano Vari e da Biblioteca Pública De Castro e Souza.


Fotos: Dário Benedito Rodrigues, Acervo pessoal (2015)

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Ter ou não ter namorado, por Artur de Távola


Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namoro de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, de saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia.
Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas, namorado, mesmo, é muito difícil. Namorado não precisa ser o mais bonito, mas aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser parruda, decidida ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição. Quem não tem namorado, não é que não tem um amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e dois amantes, mesmo assim pode não ter um namorado.
Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria ou drible no trabalho. Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa é quem ama sem alegria. Não tem namorado quem faz pacto de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugida ou impossível de durar.
Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas, de carinho escondido na hora em que passa o filme, de flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Moraes ou Chico Buarque lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada; de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, fazer cesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. Não tem namorado quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira d’agua, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos e musical da Metro.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não chateia com o fato de o seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia de sol em plena praia cheia de rivais. Não tem namorado quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele. Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo, e quem tem medo de ser afetivo. Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e de medo, ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras, e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada, e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo da janela.
Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteira. Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido. ENLOU-CRESÇA.

terça-feira, 9 de junho de 2015

UFPA em Bragança: 28 anos e rumo ao futuro!



Campus Universitário de Bragança (UFPA) completa 28 anos de sua implantação. E que alegria compartilhar dessa data como ex-aluno e hoje professor da UFPA em Bragança!
Hoje, nossa homenagem, recordação e memória a todos que providenciaram e trabalharam para que aquela data de instalação da Universidade Federal do Pará em Bragança significasse o futuro de tantos profissionais já formados aqui, assim como os dos municípios de abrangência do Campus de Bragança.
E eu tenho muito orgulho de fazer parte dessa História. E a todos os alunos, técnicos, professores, gestores e apoiadores da UFPA em Bragança um abraço do tamanho de nossas conquistas!


Nas fotos: a antiga Escola Municipal Dom Eliseu Maria Coroli, o discurso de instalação e o momento em que o Prof. Seixas Lourenço, então reitor da UFPA, faz a assinatura da implantação do Campus de Bragança em 1987, sob os olhares atenciosos de João Alves da Mota, então Prefeito e um dos principais incentivadores dessa obra, Dom Miguel Maria Giambelli, bispo diocesano de Bragança e do Sr. Arsênio Pinheiro, presidente da Marujada de São Benedito de Bragança.


Fotos: Instalação do Campus da UFPA em Bragança.

Fonte: Acervo de pesquisa (2012).

domingo, 31 de maio de 2015

Cláudia Abdon da Cunha, in memoriam (*09.05.1967, +31.05.2015)


Hoje, mais uma vez, a vida nos dá lições de vida. No final de manhã deste dia 31 de maio de 2015, em Belém, partiu a querida amiga Cláudia Abdon da Cunha, filha de Cláudio e Margarida, esposa de Carlos e mãe de Carlos Eduardo. Cláudia deu uma grande lição de luta pela vida, de resignação na doença e de confiança.


Minhas recordações de Cláudia vão desde os idos anos de 2003 quando acompanhei desde lá a educação de Carlos Eduardo, meu estimado aluno no Instituto Santa Teresinha. Testemunho a dedicação, a atenção, o carinho e a participação na vida estudantil do filho Eduardo que ela sempre manifestou. Isso entusiasmava as outras mães, sempre.


Que sua passagem pela vida nos sirva de exemplo de mulher, filha, esposa e mãe. Que sejam consolados os seus familiares, com carinho especial a seu filho Carlos Eduardo. Até breve, Cláudia. Descanse em paz.

Do amigo Dário Benedito Rodrigues e mãe Socorro Rodrigues

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Parabéns, Maria Cecim Rassy! 90 anos de história e vida.

   
Que Bragança é uma cidade histórica, nós, desse tempo e início de século podemos saber, mas viver com a história é algo que poucos privilegiados conseguem ter.
E hoje eu me congratulo com um patrimônio histórico vivo da cidade de Bragança e da memória de boa parte dos bragantinos com quem convive. Trato da querida Maria Cecim Rassy, bragantina que hoje completa 90 anos de idade. São noventa anos de um símbolo da cidade e da vida religiosa católica bragantina.
Depois de um dia bem corrido e de trabalho, não poderia deixar de registrar esse fato de enorme significado para mim, já que Maria Rassy guarda por mim e meus irmãos um enorme carinho, amor e admiração.
Estive com ela ainda há pouco e lhe dei um emocionado e longo abraço, desejando saúde, longevidade e mais vida, do jeitinho que ela é, sempre sorridente e de acolhedor abraço.
Um beijo no teu enorme coração, querida Maria.
Te amo. Teu “amorzão”, Dário Benedito Rodrigues.


História e VidaMaria Cecim Rassy é bragantina, nascida em 27 de maio de 1925, filha de Cecim Tannys Rassy e Jamille Cecim Rassy, casal imigrante do Líbano. Veio morar em Bragança aos cinco anos de idade. Foi uma das pioneiras da então Rádio Educadora de Bragança, hoje Fundação Educadora de Comunicação.
Participou ativamente da vida católica, no Coral Santa Cecília, da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário atuando, por exemplo, no Primeiro Congresso Eucarístico Diocesano em 1953.
Foi colaboradora por mais de quarenta anos de entidade como o Lions Clube de Bragança, a Associação Time Negra, o Clube Nove Balões, a Loja Maçônica Conciliação Bragantina, a Associação Comercial de Bragança e outras obras particulares. Não casou, não tem filhos, mas possui uma legião de filhos correligionários que hoje lhe homenageiam e parabenizam.