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segunda-feira, 21 de abril de 2025

Morreu o Papa Francisco (1936-2025)

Após um período longo de tratamento de saúde e depois de sua última aparição pública, no Domingo de Páscoa, a Igreja Católica anunciou o falecimento de Sua Santidade, o Papa Francisco, ocorrido na manhã desta segunda-feira, dia 21 de abril de 2025, às 7h35 min (horário de Roma), sendo 2h35min (horário de Brasília). O anúncio foi feito em vídeo pelo Cardeal Kevin Farrell, cardeal camerlengo da Igreja Católica, ao lado de auxiliares próximos do Sumo Pontífice.


Imagem 01: Papa Francisco. Fonte: Internet.

 

O Papa Francisco era o cardeal Jorge Mario Bergoglio, argentino de Flores, Buenos Aires, nascido em 17 de dezembro de 1936, sendo religioso da Companhia de Jesus (os Jesuítas). Foi arcebispo de Buenos Aires desde 28 de fevereiro de 1998. Era formado em Engenharia Química, escolhendo depois o sacerdócio e entrando para o seminário em Villa Devoto.

Em março de 1958 ingressou no Noviciado da Companhia de Jesus. Em 1963, estudou Humanidades no Chile, retornando depois a Buenos Aires. Entre 1964 e 1965 foi professor de Literatura e Psicologia no Colégio Imaculada Conceição de Santa Fé e, em 1966, ensinou as mesmas matérias em outro colégio de Buenos Aires. De 1967 a 1970, estudou Teologia.

Recebeu a ordenação sacerdotal em 13 de dezembro de 1969, pela imposição das mãos de Dom Ramón José Castellano. Foi ordenado bispo no dia 27 de junho de 1992, pela imposição das mãos de Dom Antônio Quarracino, Dom Mario José Serra e Dom Eduardo Vicente Mirás. Cinco anos depois foi elevado a arcebispo no dia 03 de junho de 1997. Foi criado cardeal no Consistório de 21 de fevereiro de 2001, no pontificado de São João Paulo II, recebendo o título de cardeal-presbítero de São Roberto Bellarmino.

 

Imagem 02 e 03: Papa Francisco eleito em 13 de março de 2013. Fonte: Vaticano.

 

Foi eleito em 13 de março de 2013, sendo o 266º Sumo Pontífice da Igreja Católica Apostólica Romana, escolhendo o nome de Francisco. Foi o primeiro papa proveniente da América Latina e o primeiro papa jesuíta, sucedendo o resignatário Papa Emérito Bento XVI, que o cumprimentou ainda vivo.


Imagem 04: Papa Francisco e o emérito Papa Bento XVI. Fonte: Vaticano.

 

Adotou uma postura simples e humilde, morando num quarto modesto na Casa Santa Marta, dando exemplo de pobreza e recusando o luxo do apartamento papal no Palácio Apostólico. O Brasil foi o primeiro país visitado por Francisco, na Jornada Mundial da Juventude, em julho de 2013, onde rezou e celebrou com uma multidão de mis de 3 milhões de participantes.


Imagem 05: Papa Francisco no Brasil, na Jornada Mundial da Juventude de 2013. Fonte: Vatican News.

 

Foi um papa de alegria, de sorriso, de acolhimento e que ensinou o caminho de Jesus, com olhar especial aos pobres, aos discriminados, aos excluídos e aos perseguidos, tendo trabalhando para tornar viva a mensagem de Jesus diante de um mundo tão cheio de juízos e preconceitos, focando para a misericórdia de Deus aos seus filhos. Isso marcou o seu pontificado de 12 anos à frente da Igreja e com o nome Francisco, nome de um dos santos mais populares da Igreja Católica e um dos mais importantes de todo o cristianismo. Canonizou a primeira santa nascida no Brasil, Santa Dulce dos Pobres.


Imagem 06: Papa Francisco caminhando  no Vaticano. Fonte: Vaticano.

 

Suas mensagens, gestos e decisões impactantes nem sempre agradavam uma ala conservadora e de extrema direita existente na Igreja Católica dentre padres e fiéis, que muitas vezes o julgou como um líder que deturpava a mensagem de Jesus e as leis da própria instituição. Deixa um legado ímpar, não de transição, mas de renovação espiritual dos cristãos, de olhar para o mais carente, de olhar para o nosso mundo como dom de Deus, de olhar para Jesus presente no irmão e nos sentirmos mais próximos ao amor de Deus sendo como somos.

Suas exortoções foram contundentes em relação à economia capitalista, com severidade contra a pedofilia na Igreja, de novas regras que reformaram o banco do Vaticano, além de abrir a Igreja para olhar a realidade do cuidado com a natureza, a chamada Casa Comum e da consciência de que toda realidade humana está interligada à vida em Cristo e ao anúncio do Evangelho. Foi um líder internacional marcante e mediou diversos conflitos, sempre pedindo pela paz mundial. E diante de todos os seus desafios, manteve sempre o seu peculiar bom humor e seu sorriso.


Imagem 07: Papa em celebração na Praça de São Pedro, no Vaticano. Fonte: Vaticano.

 

Num momento de grande comoção popular durante a pandemia de COVID-19, o Papa Francisco caminhou sozinho pela Praça de São Pedro, em 27 de março de 2020, para conceder de forma extraordinária a indulgência plenária a todo o mundo.




 Imagem 08, 09 e 10: Papa durante a benção extraordinária em 27 de março de 2020. Fonte: Vaticano.

 

Em seu último ato público, na manhã deste Domingo de Páscoa, presidiu a Benção Ubi et Orbi, conclamando o mundo que está em guerra para a busca de paz, numa mensagem atual e necessária para a contemporaneidade. Proclamou o grande Jubileu do ano de 2025 e o abriu oficialmente no fim de 2024, dando a oportunidade de todos celebrarem o mistério da encarnação de Jesus e receberem os benefícios jubilares.





Imagem 11, 12 e 13: Última aparição pública do Papa Francisco, em 20 de abril de 2025. Fonte: Vaticano.

 

Há uma ligação do Papa Francisco com a cultura religiosa de Bragança. No penúltimo dia da visita Ad Limina Apostolorum de bispos do Regional Norte II da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), o Papa Francisco recebeu Dom Raimundo Possidônio em 1º de julho de 2022, ainda como bispo coadjutor da Diocese de Bragança, no Vaticano, que lhe entregou uma imagem do Glorioso São Benedito da Praia, um gesto que nos aproximou e nos uniu ao seu papado.


Imagem 14: Papa Francisco recebe uma imagem de São Benedito, em 1º de julho de 2022. Fonte: Diocese de Bragança.

 

Desde seu enfraquecimento e declínio físico em quatro anos e especificamente nos últimos meses, o Papa Francisco lutou contra problemas do trato respiratório, problemas articulares e contra uma pneumonia bilateral que lhe deixou internado por 38 dias. O quadro de sua dificuldade pulmonar contribuiu para a sua morte nesta manhã, aos 88 anos. Um acidente vascular cerebral e um colapso cardiovascular irreversível foram a causa de seu falecimento. Segundo sua vontade testamental, seu corpo deve ser sepultado na Catedral de Santa Maria Maior, em Roma (Itália).

Participei de missa e do Angelus celebrado pelo Papa Francisco, em minha viagem à Itália, em outubro de 2024, um momento de grande emoção e alegria em rever o Santo Padre da janela do Palácio Apostólico.


 Imagem 15, 16 e 17: Participando do Angelus com o Papa Francisco, em Roma, em 30 de outubro de 2024. Fonte: Acervo pessoal.

 

Descanse em paz, querido Papa Francisco! Obrigado!

quarta-feira, 13 de março de 2013

"Habemvs Papam". Jorge Mario Bergoglio é eleito o Papa Francisco

Imagem: Papa Francisco na sacada da Catedral de São Pedro. Fonte: Fotografia direta da televisão (2013).

O Cardeal Jorge Mário Bergoglio, nasceu em Buenos Aires, no dia 17 de dezembro de 1936, sendo religioso da Companhia de Jesus, jesuíta, era Arcebispo da Arquidiocese de Buenos Aires desde 28 de fevereiro de 1998.
Formou-se em Engenharia Química, mas escolheu posteriormente o sacerdócio, entrando para o seminário em Villa Devoto. Em março de 1958, ingressou no Noviciado da Companhia de Jesus. Em 1963, ele estudou Humanidades no Chile, retornando posteriormente a Buenos Aires.
Entre 1964 de 1965, Bergoglio foi professor de Literatura e Psicologia no Colégio Imaculada Conceição de Santa Fé e, em 1966, ensinou as mesmas matérias em um colégio de Buenos Aires. De 1967 a 1970, estudou Teologia.
Recebeu a ordenação presbiteral no dia 13 de dezembro de 1969, pela imposição das mãos de Dom Ramón José Castellano. Foi ordenado Bispo no dia 27 de junho de 1992, pela imposição das mãos de Dom Antônio Quarracino, Dom Mario José Serra e Dom Eduardo Vicente Mirás. Elevado a Arcebispo no dia 03 de junho de 1997.
Foi criado cardeal no Consistório de 21 de fevereiro de 2001, presidido pelo Papa João Paulo II, recebendo o título de cardeal-presbítero de São Roberto Bellarmino.
Foi eleito hoje, o 266º Sumo Pontífice da Igreja Católica, o Papa, no dia 13 de março de 2013, assumindo o nome de Francisco I. Sendo o primeiro papa descendente das Américas (América Latina) e o primeiro papa da ordem jesuíta. O anúncio de sua eleição deu-se às 19h08 (15h08 horário de Brasília) de hoje, no segundo dia do Conclave para a eleição do sucessor de Bento XVI, após a votação entre 115 cardeais.

Imagem 2: Aparição do Papa Francisco. Fonte: Internet (2013).

O sinal da fumaça branca que saía da chaminé instalada na Capela Sistina estabeleceu o fim do conclave, numa decisão que surpreendeu muitos especialistas em eleições papais, já o cardeal Bergoglio não era citado em algumas das listas de possíveis candidatos.
Em sua primeira aparição, como Francisco, o papa rezou por seu antecessor Bento XVI, pediu orações para si e retirou-se educadamente desejando um bom descanso e uma boa noite a todos.
Imediatamente, o site do Vaticano alterou a imagem que indicava Sé Vacante pelo brasão da Igreja Católica (Vaticano), com a inscrição “Habemvs Papam”, que em latim significa “Temos Papa”.

Imagem 3: “Habemvs Papam”. Fonte: Site do Vaticano (2013).

sábado, 13 de agosto de 2011

Jornada Mundial da Juventude de 2013 será no Rio de Janeiro, afirma Vaticano

Rio de Janeiro será a sede da próxima JMJ 2013, confirma o Vaticano

Vaticano, 12 Ago. 11 / 07h26 pm (ACI/Europa Press)

Esta sexta-feira o porta-voz da Santa Sé, o Pe. Federico Lombardi, confirmou que o Rio de Janeiro será a sede da 28ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no ano 2013, e precisou que esta será celebrada em sede internacional um ano antes para não coincidir com o Mundial de Futebol, que terá lugar em 2014 no Brasil.

Embora seja tradição que o Santo Padre anuncie a sede da seguinte JMJ ao concluir a Eucaristia de encerramento da jornada, nesta ocasião foi confirmada previamente a sede do seguinte encontro internacional.

Na quinta-feira 11 de agosto, fontes diplomáticas confirmaram à Europa Press que o governador de Estado do Rio de Janeiro (Brasil), Sergio Cabral, e o prefeito da cidade, Eduardo Paes, viajarão a Madri na próxima semana para comparecer aos atos que estarão sendo celebrados por ocasião da Jornada Mundial da Juventude (JM), que se realiza entre os dias 16 e 21 de agosto.

Assim, está previsto que tanto o governador como o prefeito do Rio de Janeiro estejam presentes nos eventos centrais celebrados com o Papa Bento XVI.

O Pontífice chegará na próxima quinta-feira 18 a Madri onde lhe aguarda uma cerimônia de boas-vindas na Praça de Cibeles, a Via Sacra no Passeio dos Recoletos, e a Vigília e a Missa 'de envio' no aeródromo de Quatro Ventos.

Também participarão de alguns dos eventos da JMJ com Bento XVI o chefe da Secretaria Geral da Presidência da República do Brasil, Gilberto Carvalho, e a secretária nacional de Juventude da Presidência da República, Severo Carmen Maceado, conforme informaram à Europa Press as próprias fontes.

No momento, há ao redor de 14 mil jovens brasileiros inscritos na Jornada, uma cifra superada só pela Espanha, a Itália, a França, os EUA e a Alemanha.

Segunda cidade latino-americana a sediar a JMJ

Deste modo, depois de Buenos Aires (1987), a cidade brasileira será segunda da América do Sul em celebrar o encontro internacional. Com a de Madrid já foram celebradas 26 JMJs, todas elas presididas pelo Papa e onze delas fora do Vaticano.

Estas são: Buenos Aires (Argentina), Santiago de Compostela (Espanha), Czestochowa (Polônia), Denver (Estados Unidos), Manila (Filipinas), Paris (França), Roma (Itália), Toronto (Canadá), Colônia (Alemanha) e Sydney (Austrália). Perto de 20 milhões de jovens foram a estes encontros internacionais.

As Jornadas Mundiais da Juventude nasceram em 1984, por iniciativa do Papa João Paulo II. A primeira teve lugar em Roma no domingo de Ramos do mencionado ano, no contexto das celebrações setoriais do Ano Santo Jubilar da Redenção (1983-1984).

Diante do êxito da convocatória e das urgências eclesiásticas da Pastoral de Juventude, João Paulo II as instituiu com caráter permanente. Cada encontro internacional tem como lema uma frase Bíblica e todos contam, além disso, com um hino. Ambos convidam os jovens a refletirem sobre o Evangelho.

Anualmente as Jornadas são celebradas em cada diocese; entretanto, a cada dois ou três anos se organiza um evento internacional em uma cidade do mundo. A celebração se prolonga durante uma semana e inclui encontros religiosos, culturais e festivos, e conclui com uma Vigília e a Eucaristia presidida pelo Sumo Pontífice.

O primeiro dos encontros internacionais ocorreu em 1987 em Buenos Aires, onde um milhão de pessoas foram convocadas pelo Papa João Paulo II para "construir uma sociedade melhor".

Dois anos mais tarde, depois da capital Argentina, realizou-se em Santiago da Compostela, onde milhares de jovens peregrinos se reuniram com o Papa no Monte do Gozo.

A seguinte parada teve lugar em 1991 na cidade polonesa de Czestochowa, que representou a primeira reunião de João Paulo II com milhares de jovens em um país da Europa do Leste. À JMJ de Denver em 1993 compareceram meio milhão de jovens, convocados às Montanhas Rochosas, e foi a edição em que João Paulo II instaurou a Via Sacra.

A JMJ de 1995 se celebrou em Manila, a mais multitudinária da história com cinco milhões de assistentes. Dois anos mais tarde, em 1997, Paris foi a capital escolhida para festejar a XII Jornada Mundial da Juventude. Em 2000, coincidindo com o Jubileu, três milhões de jovens de todo o mundo atenderam o chamado do Papa e foram a Roma.

Toronto 2002 foi a última JMJ internacional à qual compareceu João Paulo II, já que faleceu meses antes da celebração da JMJ em Colônia, 2005. A esta foi o atual Pontífice, Bento XVI, para reunir-se com mais de dois milhões de jovens.

A cidade australiana de Sydney, em 2008, foi o último encontro internacional anterior ao de Madri.

Fonte: http://simbolosefe.blogspot.com/2011/08/rio-de-janeiro-sera-sede-da-proxima-jmj.html#.TkTrao1RC2Q.twitter

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Palavras do Papa Bento XVI na Via Sacra do Coliseu em Roma

Monte Palatino

Sexta-feira Santa, 22 de Abril de 2011

Amados irmãos e irmãs,

Esta noite, na fé, acompanhamos Jesus, que percorre o último trecho do seu caminho terreno, o trecho mais doloroso: o do Calvário. Ouvimos o alarido da multidão, as palavras da condenação, o ludíbrio dos soldados, o pranto da Virgem Maria e das outras mulheres. Agora mergulhamos no silêncio desta noite, no silêncio da cruz, no silêncio da morte. É um silêncio que guarda em si o peso do sofrimento do homem rejeitado, oprimido, esmagado, o peso do pecado que desfigura o seu rosto, o peso do mal. Esta noite, no íntimo do nosso coração, revivemos o drama de Jesus, carregado com o sofrimento, o mal, o pecado do homem.

E agora, que resta diante dos nossos olhos? Resta um Crucificado; uma Cruz levantada no Gólgota, uma Cruz que parece determinar a derrota definitiva d’Aquele que trouxera a luz a quem estava mergulhado na escuridão, d’Aquele que falara da força do perdão e da misericórdia, que convidara a acreditar no amor infinito de Deus por cada pessoa humana. Desprezado e repelido pelos homens, está diante de nós o “homem de dores, afeito ao sofrimento, como aquele a quem se volta a cara” (Is 53, 3).

Mas fixemos bem aquele homem crucificado entre a terra e o céu, contemplemo-lo com um olhar mais profundo, e descobriremos que a Cruz não é o sinal da vitória da morte, do pecado, do mal, mas o sinal luminoso do amor, mais ainda, da imensidão do amor de Deus, daquilo que não teríamos jamais podido pedir, imaginar ou esperar: Deus debruçou-Se sobre nós, abaixou-Se até chegar ao ângulo mais escuro da nossa vida, para nos estender a mão e atrair-nos a Si, levar-nos até Ele. A Cruz fala-nos do amor supremo de Deus e convida-nos a renovar, hoje, a nossa fé na força deste amor, a crer que em cada situação da nossa vida, da história, do mundo, Deus é capaz de vencer a morte, o pecado, o mal, e dar-nos uma vida nova, ressuscitada. Na morte do Filho de Deus na cruz, há o gérmen de uma nova esperança de vida, como o grão de trigo que morre no seio da terra.

Nesta noite carregada de silêncio, carregada de esperança, ressoa o convite que Deus nos dirige através das palavras de Santo Agostinho: “Tende fé! Vireis a Mim e haveis de saborear os bens da minha mesa, como é verdade que Eu não recusei saborear os males da vossa mesa... Prometi-vos a minha vida... Como antecipação, franqueei-vos a minha morte, como que para vos dizer: Convido-vos a participar na minha vida... É uma vida onde ninguém morre, uma vida verdadeiramente feliz, que oferece um alimento incorruptível, um alimento que restabelece e nunca acaba. A meta a que vos convido... é a amizade como o Pai e o Espírito Santo, é a ceia eterna, é a comunhão comigo ... é participar na minha vida” (cf. Discurso 231, 5).

Fixemos o nosso olhar em Jesus Crucificado e peçamos, rezando: Iluminai, Senhor, o nosso coração, para Vos podermos seguir pelo caminho da Cruz; fazei morrer em nós o “homem velho”, ligado ao egoísmo, ao mal, ao pecado, e tornai-nos “homens novos”, mulheres e homens santos, transformados e animados pelo vosso amor.

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Fonte: Vaticano, em: http://rv.va/huITYg