terça-feira, 6 de julho de 2010

Cazuza (1958-1990)

Cazuza é considerado hoje um dos maiores poetas do rock nacional. Rebelde e lírico, sempre foi uma mistura interessante. Nasceu no Rio de Janeiro no dia 4 de abril de 1958 com o nome de Agenor Miranda de Araújo Neto, mas ficou conhecido nacionalmente por Cazuza. Teve uma certa dificuldade para descobrir que seu negócio era música. Antes de fazer sucesso foi funcionário da Som Livre, fez cursos de fotografias, trabalhou em peças teatrais. E foi exatamente em um espetáculo teatral, "Pára-quedas do coração" que se viu fazendo o que queria: cantar. Em 1981 encontrou-se com as pessoas que viriam a se companheiros de estrada. Conheceu Roberto Frejat, Dé, Maurício Barros e Gutti Goffi (guitarra, baixo, teclados e bateria, respectivamente) que estavam procurando um vocalista para a banda Barão Vermelho que, nesta época, ainda não tinham um trabalho próprio. Surgia aí a grande Banda Barão vermelho. O caminho foi o tradicional. Tocavam em alguns teatros, fazia o difícil trabalho de divulgação até o produtor Ezequiel Dias ouviu uma fita demo do grupo. Mostrou a Guto Graça Mello, diretor artístico da Som Livre e tiveram que convencer o pai de Cazuza, João Araújo, a lançar o próprio filho. O começo foi humilde. Uma produção barata e um disco gravado as pressas que agradou o classe artística, tanto que Caetano Veloso viria a gravar futuramente "Tudo que houver nessa vida", música que encabeçava este primeiro trabalho.

Neste momento já começava a se delinear o letrista Cazuza. Além de ser um cantor instigante, com sua atitude rebelde, assumidamente bissexual, aparecia o poeta. Um tipo de letras que falava de dores, de sofrimento, de paixões. Recheando ritmos como baladas, rocks juvenis e blues, essas letras causaram intenso impacto. Em 83 foi lançado o segundo disco "Barão Vermelho 2" que não fez assim tanto sucesso. Vendeu mais que o anterior, mas não passou dos 15 mil exemplares vendidos. Mas conseguiu manter a qualidade do repertório e chamou mais atenção para o grupo. A dupla Cazuza/Frejat estava se consolidando, tanto que Ney Matogrosso primeira estrela nacional a gravar uma composição deles, resolveu fazer uma releitura da música "Pro dia nascer feliz". O sucesso viria um pouco mais tarde, com a música "Bete Balanço", encomendada para ser a música-título do filme de Lael Rodrigues, e que foi gravada em um compacto. A aceitação foi tanta que "Bete Balanço" foi incluída no terceiro disco, "Maior Abandonado" e este vendeu mais de 60 mil cópias.

Em 85 Cazuza decide seguir a carreira solo. Em novembro lança o álbum "Cazuza" que traz parcerias (além de Frejat, que continuou amigo e parceiro) com Ezequiel Neves, Leon e Reinaldo Arias. É uma nova fase para Cazuza. Seus shows são mais elaborados e o público reconhece seu valor. No entanto ele já sabia que estava doente. Um novo exame confirma o vírus da Aids. Em 87 foi para Boston, onde ficou dois meses, e começo o tratamento com AZT. Quando voltou, gravou o disco "Ideologia", onde falava de suas experiências com a perspectiva da morte e ainda tocava em assuntos relacionados a questões sociais do país. No ano seguinte ganha o prêmio SHARP como melhor cantor de pop-rock e de melhor música pop-rock. Estava

madurando a sua carreira. O show "Ideologia", dirigido por Ney Matogrosso viaja por todo o país, vira um programa na Rede Globo e é gravado para ser transformado em um disco, "Cazuza ao vivo, o tempo não pára". Este disco vende mais de 560 mil cópias e é o registro dos maiores sucessos de sua carreira.

Apareceu na capa de uma revista semanal assumindo que estava com Aids. Foi um baque nacional. Era a primeira personalidade pública a assumir que estava doente. Talvez a proximidade com a morte o tenha levado a compor compulsivamente. Em 89 gravou o álbum duplo "Burguesia" que viria a ser seu último registro musical. Morreu no Rio de Janeiro, em 7 de julho de 1990, com 32 anos de idade.

Fonte: http://www.mpbnet.com.br/musicos/cazuza / Texto de Tatiana Rocha

Mais informações em: http://www.cazuza.com.br

Frida Kahlo completaria hoje 103 anos (1907-1954)

Imagem: Um dos autoretratos de Frida Kahlo

Magdalena Carmen Frieda Kahlo y Calderón, mais conhecida como Frida Kahlo (Coyoacán, México, em 6 de julho de 1907 - Coyoacán, 13 de julho de 1954), pintora mexicana

Biografia

Frida Kahlo nasceu em 6 de julho de 1907 na casa de seus pais, conhecida como La Casa Azul (A Casa Azul), em Coyoacán, que naquela época era uma pequena cidade nos arredores da Cidade do México.

Seu pai, Guillermo Kahlo (1871-1941), nasceu Carl Wilhelm Kahlo, em Pforzheim Alemanha, filho de Henriette Kaufmann e Jakob Heinrich Kahlo. Enquanto a própria Frida sustentou que seu pai era de ascendência judaico-húngara, pesquisadores demonstraram que os pais de Guillermo Kahlo não eram judeus, mas luteranos alemães. Guillermo Kahlo navegou para o México em 1891 com a idade de dezenove anos e, após sua chegada , mudou seu nome alemão, Wilhelm, para o equivalente em espanhol, "Guillermo".

A mãe de Frida, Matilde Calderón y Gonzalez, era uma católica devota de origem indígena e espanhola. Os pais de Frida se casaram logo após a morte da primeira esposa de Guillermo durante o nascimento do seu segundo filho. Embora seu casamento tenha sido muito infeliz, Guillermo e Matilde tiveram quatro filhas, sendo Frida a terceira. Ela tinha duas meia irmãs mais velhas. Frida ressaltava que ela cresceu em um mundo cercado por mulheres. Durante a maior parte de sua vida, no entanto, Frida se manteve próxima a seu pai. Sua família continua tendo presença no mundo artístico até os tempos atuais; a atriz, escritora e cantora Dulce María é sua sobrinha-bisneta.

Em 1913, com seis anos, Frida contrai poliomielite, sendo esta a primeira de uma série de doenças, acidentes, lesões e operações que sofre ao longo de sua vida. A poliomielite deixa uma lesão no seu pé direito e, graças a isso, ganha o apelido Frida pata de palo (ou seja, Frida perna de pau). A partir disso ela começou a usar calças e depois, longas e exóticas saias, que vieram a ser uma de suas marcas pessoais.

Ao contrário de muitos artistas, Kahlo não começou a pintar cedo. Embora o seu pai tivesse a pintura como um passatempo, Frida não estava particularmente interessada na arte como uma carreira.

Entre 1922 e 1925 frequenta a Escola Nacional Preparatória do Distrito Federal do México e assiste a aulas de desenho e modelagem.

Em 1925, aos 18 anos aprende a técnica da gravura com Fernando Fernandez. Porém sofreu um grave acidente. Um bonde no qual viajava chocou-se com um trem. O pára-choque de um dos veículos perfurou as costas de Frida, atravessou sua pélvis e saiu por sua vagina. Tal acidente fez a artista ter de usar vários coletes ortopédicos de materiais diferentes, chegando inclusive a pintar alguns deles (por exemplo o colete de gesso na tela intitulada "A Coluna Partida"). Por causa desta tragédia, fez várias cirurgias e ficou muito tempo acamada. Durante a sua longa convalescença ,começou a pintar com uma caixa de tintas que pertenciam ao seu pai, e com um cavalete adaptado à cama.

Em 1928 quando Frida Kahlo entra no Partido comunista mexicano, ela conhece o muralista Diego Rivera, com quem se casa no ano seguinte. Sob a influência da obra do marido, adotou o emprego de zonas de cor amplas e simples num estilo propositadamente reconhecido como ingênuo. Procurou na sua arte afirmar a identidade nacional mexicana, por isso adotava com muita frequência temas do folclore e da arte popular do México.

Entre 1930 e 1933 passa a maior parte do tempo em Nova Iorque e Detroit com Rivera. Entre 1937 e 1939 Leon Trotski vive em sua casa de Coyoacan. Em 1938 André Breton qualifica sua obra de surrealista em um ensaio que escreve para a exposição de Kahlo na galeria Julien Levy de Nova Iorque. Não obstante, ela mesma declara mais tarde: "pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade". Em 1939 expõe em Paris na galeria Renón et Colle. A partir de 1943 dá aulas na escola La Esmeralda, no D.F. (México).

Em 1953 a Galeria de Arte Contemporânea desta mesma cidade organiza uma importante exposição em sua honra. Alguns de seus primeiros trabalhos incluem o "Auto-retrato em um vestido de veludo" (1926), "retrato de Miguel N. Lira" (1927), "retrato de Alicia Galant" (1927) e "retrato de minha irmã Christina" (1928)

Vida pessoal

Casa-se aos 21 anos com Diego Rivera, um casamento tumultuado, ambos tinham temperamentos fortes e casos extraconjugais. Kahlo que era bissexual esteve relacionada com Leon Trotski depois de separar-se de Diego. Rivera aceitava abertamente os relacionamentos de Kahlo com mulheres, embora não aceitasse seus casos com homens. Frida descobre que Rivera mantinha um relacionamento com sua irmã mais nova, Cristina que teve 6 filhos. Separam-se, mas em 1940 unem-se novamente, o segundo casamento foi tão tempestuoso quanto o primeiro. Durante o casamento, embora tenha engravidado mais de uma vez, nunca teve filhos, pois as sequelas do acidente a impossibilitaram de levar uma gestação até o final.

Depois de algumas tentativas de suicídio com facas e martelos, em 13 de julho de 1954, Frida Kahlo, que havia contraído uma forte pneumonia, foi encontrada morta. Seu atestado de óbito registra embolia pulmonar como a causa da morte. Mas não se descarta que ela tenha morrido de overdose, que pode ter sido acidental ou não. A última anotação em seu diário, que diz "Espero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar - Frida", permite a hipótese de suicídio.

Pesquisadores com base na autópsia de Frida acreditam ter sido envenenada por uma das amantes de seu então marido.

Diego Rivera descreveu em sua autobiografia que o dia da morte de Frida foi o mais trágico de sua vida.

Casa Azul, o museu

Quatro anos após a sua morte, sua casa familiar conhecida como "Casa Azul" transforma-se no Museu Frida Kahlo. Frida Kahlo, reconhecida tanto por sua obra quanto por sua vida pessoal, ganha retrospectiva de suas obras, com objetos e documentos inéditos, além de fotografias, desenhos, vestidos e livros.

Na cultura popular

No ano de 2002, sob a direção de Julie Taymor, foi lançado o filme Frida, que narra a história da pintora, interpretada pela atriz Salma Hayek. O longa metragem conta ainda com a presença de Alfred Molina, interpretando Diego Rivera.

Em 2008, a banda inglesa Coldplay lançou o álbum Viva la Vida or Death and All His Friends, cujo título é inspirado em um quadro de Frida, também intitulado "Viva La Vida" e que intitula também a principal canção do disco. Segundo o vocalista Chris Martin, o título foi escolhido devido ao otimismo de Frida, mesmo com os percalços percorridos pela artista, ao exaltar a vida no referido quadro. Ela se vestia mediocremente com vestes de pobre, mesmo tendo uma quantia relativamente grande de dinheiro.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Frida_Kahlo

Parabéns Viseu:154 anos (06.07.1856)

Imagem: Foto de Ivan Siqueira (2007)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Carta de despedida do ex-técnico Dunga destinada à CBF

Leia abaixo a carta de Dunga

"Respeitosamente, dirijo-me a Vossa Senhoria, primeiro, para renovar os meus agradecimentos pela confiança, respaldo e autonomia concedida, o que, sem dúvida, permitiu-me que, ao longo desses quase 04 (quatro) anos de serviços prestados a Confederação Brasileira de Futebol – CBF, efetivamente, em conjunto com os demais membros da Comissão Técnica e atletas, eu pudesse desempenhar na plenitude as atribuições e funções inerentes ao cargo de treinador da Seleção Brasileira de Futebol.

Lamentavelmente, a conquista da Copa do Mundo de 2010 não foi alcançada, mas saiba Vossa Senhoria que, da minha parte, do meu leal assistente-técnico, Jorginho, de todos os demais profissionais competentes e dedicados, membros da comissão técnica e do departamento de futebol da seleção, sem exceção, e, principalmente dos incansáveis e valorosos quase 90 atletas, por mim, ao longo de todo o período de preparação, convocados, em especial dos 23 que, sob meu comando, participaram da campanha na África do Sul, não faltou empenho, doação, trabalho, dedicação e comprometimento da busca do citado feito, em sintonia com os objetivos previamente traçados por Vossa Senhoria.

Evidentemente, desde o início, por ocasião da minha contratação, não estava, e nem poderia estar, assegurado à conquista do hexa-campeonato,a uma, pelo desafio, e, a duas, pela complexidade da missão. Este, se possível, era o objetivo final, por mim e por todos os membros da comissão técnica, a ser alcançado. Com dignidade, coragem, patriotismo, respeito, paixão, transparência e, principalmente, obediência às suas determinações, todos, sem distinção, trabalharam para tal desiderato. Neste sentido, com certeza, os erros do passado foram corrigidos. Em relação a 2006, renovamos o elenco a Seleção Brasileira de Futebol e, por extensão, a própria Confederação Brasileira de Futebol – CBF, as recentes pesquisas de opinião pública, os resultados obtidos pelos patrocinadores e, notadamente, as conquistas alcançadas dentro de campo, indiscutivelmente, comprovam tal afirmação. No período, sob o meu comando, a Seleção Brasileira de Futebol quebrou diversos tabus, alguns deles, permita relembrar, há vários anos, não superados por ocasião da realização da primeira fase da Copa do Mundo, isto é, das eliminatórias sul-americanas.

Agora, como sempre, foi a postura por mim adotada, incontinenti, resta-me acatar à sua decisão, pois, certa ou não, a mim não cabe questioná-la, na medida em que essa é a prática, de longa data, adotada no futebol, de todos conhecido, considerando que a vida segue, os compromissos são muitos e os interesses variados e complexos. Neste sentido, oferecendo ao Senhor a tranqüilidade que se faz necessária, espero e confio estar contribuindo para que Vossa Senhoria possa iniciar as suas novas estratégias, visando à preparação da Seleção Brasileira de Futebol para disputar e, se possível, vencer a Copa do Mundo de 2014, que será realizada no nosso País.

Limitado ao exposto, renovo os meus sinceros votos de estima, respeito e consideração, aproveitando o ensejo para, mais uma vez, agradecer a Vossa Senhoria a confiança e o apoio a mim dispensado, desejando pleno sucesso à frente da nossa Seleção Brasileira de Futebol.

Atenciosamente,

Carlos Caetano Bledorn Verri - Dunga"

04 de julho: 67 anos de saberdócio de nosso Bispo Emérito Diocesano Dom Miguel Maria Giambelli

Dom Miguel Maria Giambelli nasceu em Flero, Província de Brescia, na Itália, em 23 de março 1920 e é bispo católico italiano.

Atualmente é o Bispo Emérito da Diocese de Bragança do Pará. Foi ordenado Padre Barnabita em 4 de julho de 1943.

Exerceu também o cargo de Vigário da Basílica de Nossa Senhora de Nazaré em Belém no ano de 1965. Consagrado Bispo da então Prelazia do Guamá em 21 de abril de 1980.

Quando a Diocese, por decreto de João Paulo II trocou de nome para Diocese de Bragança do Pará, tornou-se então o primeiro Bispo da nova Diocese.

Já havia ocupado desde 1977 o cargo de Administrador Apostólico da diocese, após a renúncia de Dom Eliseu Maria Coroli (primeiro Bispo Barnabita missionário no Brasil), sucedendo-o no comando religioso dessa região.

Consagrou a então Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário na Catedral (Sé) da Diocese de Bragança, no dia 08 de dezembro de 1983, data transferida in perpetuum pela coincidência de datas com a festa da Imaculada Conceição de Nossa Senhora.

Renunciou por limite de idade em 10 de abril de 1996 e foi succedido por Dom Luís Ferrando.

Hoje, Dom Miguel, como Bispo Emérito, presta serviço como capelão do Hospital Santo Antonio Maria Zaccaria, em Bragança do Pará, além de todos os serviços de assistência espiritual aos bragantinos que numerosos o procuram no hospital para a Confissão, Missa e Direção Espiritual.

Os Barnabitas

A Ordem, fundada para Santo Antônio Maria Zaccaria (Médico nascido em Cremona em 1502 e falecido em 1539) tem três Institutos: os Religiosos, Clérigos Regulares de São Paulo ou Barnabitas; as Religiosas, Freiras Angélicas de São Paulo e os irmãos Leigos, Leigos de São Paulo. A aprovação da nova ordem foi dada pelo Papa Clemente VII em 18 de fevereiro e 1533.

O apelido de Barnabitas vem porque a primeira Casa-Madre era na Igreja de São Barnabé, em Milão, até 1622 de onde foi transferida para Roma.

Os barnabitas chegaram ao Brasil em 1903 e tiveram um crescimento missionário

considerável, através da fundação de escolas apostólicas, seminários, colégios e hospitais, como aconteceu em Bragança (Instituto Santa Teresinha, Seminário Santo Alexandre Sauli, Hospital Santo Antônio Maria Zaccaria, Rádio Educadora de Bragança). Em 1970 foi criada a Província Barnabita do Norte do Brasil.

Santos Barnabitas

Santo Antônio Maria Zaccaria, (Cremona 1502 - Cremona 1539), Médico e religioso, Fundador da Ordem, das Irmãs Angélicas, e dos Leigos, canonizado para Papa Leão XIII em 1897.

Santo Alexandre Maria Sauli, (Milão 1534 - Calosso 1592), Teólogo, Bispo de Aleria, na Córsega antes, e depois de Pavia, canonizado para Papa Pio X em 1904.

Santo Francisco Xavier Maria Bianchi, (Arpino 1743 - Napoli 1815), o Apóstolo de Napoli, canonizado para Papa Pio XII em 1951.

domingo, 4 de julho de 2010

CBF destitui a Comissão Técnica da Seleção Brasileira de Futebol

Comissão técnica da Seleção Brasileira está destituída

Nova comissão técnica será anunciada até o final do mês

(CBF.com.br) 04/07/2010 15h44

CBF NEWS

Encerrado o ciclo de trabalho que teve início em agosto de 2006, e que culminou com a eliminação do Brasil da Copa do Mundo da África do Sul, a CBF comunica que está dispensada a comissão técnica da Seleção Brasileira. A nova comissão técnica será anunciada até o final deste mês de julho.

Fonte: http://www.cbf.com.br/php/noticias.php?e=29&n=11569

Banco do Brasil em Bragança: 66 anos

Homenagem ao Banco do Brasil, que iniciou suas atividades na Agência de Bragança em 03 de julho de 1944, completando hoje 66 anos de trabalhos em prol do desenvolvimento de nosso município de região. Congratulações a todos/as os/as funcionários/as dessa instituição, que é um patrimônio do Brasil.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Brasil fora da Copa FIFA 2010

É hora da Seleção Brasileira de Futebol voltar para casa e se preparar para a Copa de 2014, aqui, no Brasil. Não deu, pelos diversos motivos que você já conhece. Mas continuamos pentacampeões mundiais. É só um jogo de futebol. Voltamos à vida normal...

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Palestra "Belém Revisitada", com a Prof.ª Edilza Fontes no dia 02.07.2010 na UFPA Bragança

Através do Projeto de Pesquisa “Reminiscências da História Urbana de Bragança, em fontes documentais do século XX”, coordenado pelo Prof. M.Sc. Dário Benedito Rodrigues, será realizada a Palestra “Belém Revisitada”, com a Prof.ª Dr.ª Edilza Fontes (História/UFPA Belém), no dia 02 de julho de 2010, às 16h30, no Auditório Maria Lúcia Medeiros, no Campus da UFPA Bragança.

A palestra visa apresentar um dos capítulos da Dissertação de Mestrado da Prof.ª Dr.ª Edilza Fontes (História / UFPA Belém), intitulada “O Pão Nosso de Cada Dia: trabalhadores, indústria da panificação e a legislação trabalhista em Belém (1940-1954)” a discentes da UFPA, do Curso de História em cuja turma ministro a disciplina optativa Tópicos sobre História e Cidade, de outros cursos e Instituições de Ensino Superior e para a Comunidade Bragantina.

O capítulo relata a visão de um tempo perdido e estabelece uma estreita relação com o presente. A autora procurou discutir qual a memória que os padeiros e forneiros possuem da cidade de Belém, propondo uma relação com o passado que perpassa a vivência e a experiência dos entrevistados no período da II Guerra Mundial, no tempo de “antigamente”.

A relação entre História e Memória é discutida a partir dessas experiências de vida de um grupo de trabalhadores, que nos seus relatos, estabelecem uma memória social da cidade.

Imagem: Capa do Livro (Editora Paka-Tatu, 2002)